Ezgo

“As pessoas dizem que temos empregadas simpáticas”

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Como surgiu a Ezgo?
A Ezgo surgiu de uma ideia que vai fazer dez anos este ano, portanto está a festejar a primeira década. Na altura lembrei-me e abri. Como já estou ligado ao comércio, foi uma opção.

E a sua ligação...
Foi desde o princípio, ou seja, fui eu que montei, que fiz e que abri a loja. Passou tudo por mim desde o primeiro dia.

Hoje em dia, é essencial estar actualizado. Como é que faz o acompanhamento das tendências?
Nesse aspecto, temos a facilidade que as marcas nos oferecem já que elas nos vêm trazer à loja precisamente o acompanhamento das tendências. Acompanhamos igualmente através de feiras, de apresentações de colecções, de tudo o que é publicado, mas essencialmente as marcas mantêm-nos sempre actualizados, tal como já referi.

O que é que a Ezgo tem para oferecer aos seus clientes?
Na Ezgo, lutamos sobretudo por ter marcas fidelizadas só a esta casa, que não se encontrem espalhadas pelo resto da cidade. Deste modo, temos a Firetrap que é uma marca bastante conceituada em Inglaterra, que está a crescer aqui e que, como tal, tem um público bastante grande. Oferecemos inclusivamente roupa de moda da qual, na minha opinião, as pessoas gostam.
Relativamente ao atendimento, as pessoas dizem que temos empregadas simpáticas e trabalhadoras que dão atenção ao próprio cliente e esta situação acaba por ajudar, sem dúvida.

Existe algum público-alvo especifico?
Acho que a nossa loja abrange todas as idades, isto é, temos clientes novos, mas também temos clientes mais velhos. Temos igualmente clientes magros e outros menos magros, portanto tentamos abranger toda a gente.

Acha que existe muita concorrência neste sector de actividade em Aveiro?
Claro que sim, principalmente nesta zona da cidade. Quando nós começámos, não havia Fórum, não havia nada e agora há tudo. A maior fatia da concorrência é nesta área, neste sector.

Na sua opinião, a localização é favorável?
É. A meu ver é preferível estar num sítio onde haja muita concorrência, do que estar num sítio onde não haja concorrência nenhuma e não vá lá ninguém. Aqui sempre passa bastante gente, quem vem ver uma loja, vê outra e o cliente faz-se assim seja onde for. Deste modo, não há que ter receio da concorrência, há que ser diferente e inovar.

Projectos futuros...
Agora é descansar e consolidar este projecto mais uns anos. Já houve ideias, mas entretanto as coisas não estão fáceis porque o comércio está sempre em alteração, quer em termos de leis, quer em relação a outros aspectos. Essencialmente, agora é consolidar mais uns dois ou três anos e depois logo se vê o rumo que toma.

Entrevista publicada em 12/09/07